TCOM
Trip.com Group
China
★ Qualidade 30/100Preço hoje
$41.03
Desconto atual
+177.2%
charlieapp.co
Estamos revisando os dados deste ativo. Por enquanto não mostramos o valor calculado nem o sinal — voltam assim que a revisão terminar.
Do que é feito este negócio
Preço vs Valor Intrínseco
A linha é o preço mês a mês; a faixa verde marca quando está subvalorizado (−20% do valor). Quando o preço entra ali, o desconto é real, não opinião.
Quantas vezes o fluxo de caixa
China · frente a 6 comparáveis
Você paga 5.2x o fluxo de caixa deste negócio; a mediana do setor é 10.1x.
204% abaixo do que o Charlie acha que vale (15.8x) — essa diferença é a sua margem de segurança.
Por que Charlie dá 15.8x?
O múltiplo é quantas vezes o fluxo de caixa vale este negócio.
Um negócio comum do seu tipo vale 10.1x. Este sobe a partir daí:
Margem 81%. cobra quase pedágio puro; pode subir preços sem perder clientes.
Cresce 36% ao ano. o fluxo do ano que vem será maior que o de hoje.
Por isso vale 15.8x, mais que a média de 10.1x.
O negócio
Cobra pedágio toda vez que um chinês reserva um hotel.
A Trip.com é a maior agência de viagens online da China: opera Ctrip, Qunar, a marca internacional Trip.com e o buscador Skyscanner. Ganha com comissões sobre reservas de hotéis, voos e pacotes de viagem. Não tem aviões nem camas; vende o ato de reservar.
Escala e dados: décadas de reservas dão a ela inventário, preços e relações com hotéis que um concorrente novo levaria anos para alcançar. O efeito rede ajuda — mais viajantes atraem mais oferta — mas ela briga com gigantes de bolso fundo, então o fosso é real sem ser intransponível.
Receitas históricas
De $3.0B a $10.4B em 4 anos — quase 3.5x o tamanho. Vender cada vez mais é a base de todo o resto.
Para onde vai cada $100 de vendas
Receita $8.9B · FY2025
De cada $100 de vendas, $47 vão em custos e operação; sobram $53 de lucro líquido (53% de margem).
Catalisadores e riscos
Retomada do turismo chinês ao exterior, que ainda não voltou aos níveis de antes de 2019.
Expansão da marca Trip.com fora da China, principalmente no sudeste asiático.
Ferramentas de reserva com inteligência artificial que elevam o ticket médio.
Estrutura VIE (entidade de interesse variável): o acionista estrangeiro não é dono da empresa chinesa, é dono de um contrato. Se Pequim mudar as regras, isso evapora.
Risco de exclusão da bolsa dos EUA por causa da tensão geopolítica entre Washington e Pequim.
Consumo chinês fraco: se o bolso do viajante aperta, viagem é a primeira coisa a ser cortada.
Nota do Charlie
“Pagar 20x o fluxo por um negócio que cresce 30% com margem de 81% é uma conta que não ofende ninguém. O desconto pelo risco soberano chinês é o preço do ingresso; você decide se quer sentar nessa mesa.”
Análise · junho de 2026
Charlie informa, não assessora. Nenhuma informação deve ser considerada recomendação de compra ou venda.